O presidente Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), abriu oficialmente, na manhã desta quarta-feira (6), os trabalhos legislativos do segundo semestre de 2025. A sessão contou com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que representou o Executivo na ausência do governador Mauro Mendes (União).
A sessão, segundo Max, marcou a comemoração dos 190 anos da Assembleia. Em um discurso de quase 5 minutos, ele destacou a importância e o papel da Casa de Leis na história e formação do estado.
“Nesses quase dois séculos, o parlamento foi muito mais que palco de debates, foi trincheira da democracia, voz das aspirações populares e pilar da construção institucional do nosso estado”, disse.
“Não é apenas uma data, é um chamado a memória para que não esqueçamos as raízes democráticas que sustentam nossas instituições, um chamado a responsabilidade, pois somos herdeiros de uma missão nobre e inacabada. Ainda há muito a se fazer por um Mato Grosso mais justo, mais sustentável e mais humano”, acrescentou.
Segundo o deputado, o tema das primeiras leis aprovadas, como segurança da população, fomento a agropecuária, organização das colônias indígenas e preservação do meio ambiente, já refletiam a preocupação da Casa com o equilíbrio entre desenvolvimento e responsabilidade social.
“Por aqui passaram grandes homens e mulheres que, com suas limitações e virtudes, deixaram um legado de luta, serviço e dedicação a causa pública”, disse, antes de citar o nome de alguns políticos históricos.
“É impossível falar dessa memória sem reverenciar nomes como de José Fragelli, Rachid Jorge Mamede, Vicente Emílio Vuolo, Hélio Correa da Costa, Emanuel Pinheiro da Silva Primo, Oscar Soares, Ranulfo Marques Leal, Renê Barbour, Dantes de Oliveira, Moisés Feltrin, Sarita Baracat de Arruda, Ubiratã Espinelli e tantos outros que fizeram parte dessa história”.
Já Pivetta, em discurso, ressaltou o importante papel do legislativo como quem “fiscalia e questiona” o Executivo.
Durante sua fala, o vice também criticou o posicionamento do Senado Federal, que segundo ele, nada faz para questionar decisões do Judiciário.
“Legislativo é representar o povo, não permitir abusos ou, no mínimo, se levantar para mitigar um conflito tão grande como temos hoje no país. Nós não vemos o Senado fazer nada”, criticou Pivetta.
“Há muita duvida sobre as decisões do Poder Judiciário, há consenso entre os maiores juristas do Brasil e o Senado não faz nada, sendo que o Senado é o único órgão competente para conversar com o Judiciário, para investigar também. Nenhum poder está acima da lei, precisamos retomar a normalidade ao Brasil”, completou.
Assista a sessão:
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