O principal alvo da Operação Ludus Sordidus, deflagrada pela Polícia Civil no mês de agosto, com alvo em uma facção criminosa envolvida em crimes diversificados, dentre eles, jogos de azar, estelionatos, tráfico de drogas e lavagem de capitais, e que movimentou R$ 13 milhões, teve um novo mandado de prisão preventiva cumprido na manhã desta segunda-feira (8), em Cuiabá.
Apontado como líder da facção criminosa na região dos bairros Jardim Liberdade e Osmar Cabral, o investigado Sebastião Lause Queiroz de Amorim teve o mandado de prisão preventiva cumprido no dia 21 de agosto, durante a operação, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).
Na ocasião, o preso foi encaminhado para audiência de custódia, onde foi concedida em caráter excepcional prisão domiciliar ao investigado, diante de condição de saúde e da necessidade de acompanhamento médico. A prisão domiciliar foi revogada e uma nova ordem de prisão preventiva foi expedida pela juíza Fernanda Mayumi Kobayashi, do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá
O mandado de prisão foi expedido uma vez que mesmo recolhido em ambiente domiciliar e submetido a monitoramento eletrônico, o investigado mantinha as articulações voltadas à continuidade das práticas ilícitas.
Em uma das ações, o integrante da facção criminosa teria realizado reunião com integrantes da organização no bairro Osmar Cabral.
Com o mandado de prisão decretado pela Justiça, os policiais da GCCO/Draco foram até a residência do faccionado, onde foi dado cumprimento à ordem judicial. Após a prisão, ele foi encaminhado para a unidade policial para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Ludus Sordidus
A operação da Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) foi deflagrada no dia 21 de agosto para cumprir 38 ordens judiciais com foco na desarticulação da atuação de uma facção criminosa altamente estruturada envolvida em crimes diversificados, dentre eles, jogos de azar, estelionatos, tráfico de drogas e lavagem de capitais.
Entre os alvos identificados está o líder do grupo criminoso, que sob a fachada de ações sociais e atuação como presidente de time de futebol amador, na verdade, monopolizava as práticas criminosas em alguns bairros (denominada quebrada), controlando e lucrando com atividades criminosas de tráfico de drogas, estelionatos e jogos ilegais.
A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado. O trabalho também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).
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