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Pivetta cita preço alto e deve descartar bonde em corredor do BRT na Capital I MT

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou, nesta quinta-feira (16), que a escolha do veículo que rodará nos corredores do BRT (ônibus de trânsito rápido), em Cuiabá e Várzea Grande, vai priorizar os custos e a modernidade.

O BRT é um sistema de transporte coletivo projetado para oferecer deslocamentos rápidos em corredores exclusivos para ônibus. Esses corredores já estão em construção, mas o modelo de veículos que vão andar por eles ainda não foram definidos.

Em entrevista à Rádio Capital, Pivetta afirmou que tem preferência por ônibus movidos a biodiesel, que tem rápida implementação e custo menor que o elétrico. Uma das opções mencionadas nos últimos meses foi o BUD (bonde urbano), que o governador ponderou que tem alto valor por veículo.

“Decidiria por um a biodiesel, porque é o mais barato, é um combustível que produzimos, de baixa emissão, renovável, moderno e que tem tudo a ver com Mato Grosso. Os ônibus com wifi, USB, climatizado, confortável, acessível”, disse.

“Tem também o bonde urbano que estamos conversando, mas o preço é altíssimo. Três vezes mais caro que as outras soluções. […] E tem muitas perguntas sem respostas sobre o bonde urbano. Já erramos feio uma vez, não podemos errar nenhum pouquinho nessa nova escolha”, acrescentou.

Pivetta evitou cravar uma data para a entrega do modal à população, mas disse crer que será ainda neste ano.

“Será em breve. Pretendo nos próximos dias cravar essa data. Vai depender da capacidade das fábricas entregar os veículos. E acredito na possiblidade de inaugurarmos ainda este ano”, disse.

 

“Desgraçou muita gente”

O governador ainda lembrou o histórico ruim antigo modal VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), iniciado na Gestão Silval Barbosa e não concluída. Em 2020, a gestão Mauro Mendes (União) definiu pela troca do modal.

“Estamos concluindo o famigerado BRT e em breve ônibus modernos estarão circulando em Cuiabá. […] Famigerado porque foi uma obra iniciada em 2011, fez um regaço na vida do povo várzea-grandense e cuiabano. Desalojou e desgraçou a vida de muita gente”, disse.

“Canalizou recursos públicos de maneira equivocada de um veículo que não tinha viabilidade nenhuma. Uma irresponsabilidade atrás da outra. E nós corrigimos isso”, completou.

O Noroeste

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