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Criança recebe alta e Cuiabá descarta caso grave de meningite meningocócica tipo B

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informou nesta segunda-feira (25) que a criança de 5 anos investigada por suspeita de meningite já recebeu alta hospitalar e que foi descartado o caso mais grave da doença na capital, a meningite meningocócica do tipo B. Após investigação laboratorial, o caso foi encerrado como meningite não especificada.

A criança esteve internada no Hospital Santa Casa e recebeu alta no último dia 16 de maio de 2026, após apresentar melhora clínica.

De acordo com os resultados emitidos pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT), não foram detectados agentes etiológicos nas amostras analisadas, incluindo a bactéria Neisseria meningitidis, responsável pela meningite meningocócica.

No entanto, considerando os achados da citologia do líquor realizada pelo laboratório de referência do hospital, o caso foi encerrado como meningite não especificada.

A Vigilância Epidemiológica do município acompanhou o caso durante toda a investigação e reforça que o cenário epidemiológico em Cuiabá permanece estável, sem aumento de registros da doença.

A Secretaria Municipal de Saúde destaca ainda que não há motivo para pânico e que todas as medidas previstas nos protocolos do Ministério da Saúde foram adotadas, incluindo monitoramento clínico e investigação laboratorial.

A SMS também orienta a população a buscar informações apenas pelos canais oficiais, evitando a disseminação de notícias falsas e conteúdos sem confirmação.

A Prefeitura de Cuiabá reforça a importância da vacinação como principal forma de prevenção contra os casos graves de meningite. As vacinas meningocócicas seguem disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde da capital, conforme o calendário do Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre os principais sintomas da meningite estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Em situações mais graves, podem ocorrer rigidez na nuca, manchas pelo corpo, convulsões e alterações respiratórias. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são sinais de alerta.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou policlínica para avaliação médica.

O Noroeste

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