Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), questionado sobre a definição da nova executiva da Federação União Progressista em Mato Grosso, disse que da forma como foi montada pelas direções partidárias (leia-se União Brasil e Progressistas) sacramentou o alinhamento em torno do projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Sobre os desdobramentos, Max Russi ressaltou que a escolha dos membros da executiva — agora sob a liderança do ex-governador Mauro Mendes (União), presidente do União Brasil no Estado, inviabiliza teses de candidaturas alternativas dentro da própria federação.
“Praticamente definiu o apoio da federação ao Pivetta. A maioria dos membros foi definida agora. Se a direção nacional tivesse algum entendimento diferente sobre essa situação, não tomaria essa decisão neste momento ou faria de outra forma”, disse Max Russi.
Para Max Russi, a ausência e a exclusão de parlamentares mais independentes na montagem final da federação União Progressista. Para ele, isso enfraquece o poder de barganha de quem tentava construir uma via paralela à de Pivetta.
“Temos dois bons companheiros no União Brasil. O Júlio Campos ficou como suplente dessa comissão e o deputado Sebastião Rezende sequer entrou entre os sete membros. Não sei qual foi o critério utilizado, mas poderia ter sido um grupo de nove integrantes para contemplar esses parlamentares”, destacou.
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