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Centro de Zoonozes está com filhotes de cães, gatas e cães adultos para doação

O Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande está com pets para adoção. Mesmo não sendo um órgão que receba animais para abrigo e doações, algumas pessoas insistem na prática do crime de abandono, obrigando a unidade municipal a recolher, cuidar, vacinar e colocar para adoção.

Neste momento, oito pets estão disponíveis para um lar cheio de amor, cuidado e proteção. São seis gatas adultas e dóceis, dois cães adultos – um macho e uma fêmea – e três filhotes de cerca de dois meses de idade, de porte médio.

Como explica a gerente do CCZ VG, a médica veterinária Patrícia Viviani, todos os pets estão saudáveis, com teste negativo para leishmaniose, vermifugados e vacinados contra a raiva, imunizante disponibilizado pelo órgão e que pode ser procurado pela população por meio da livre demanda, sempre em horário comercial de segunda a sexta-feira.

As gatas disponíveis deixaram a situação de abandono e estão muito adaptadas ao convívio com humanos. Já os filhotes, dois machos e uma fêmea, estão com menos de três meses, vermifugados, também estão ativos e super saudáveis. Assim que completarem três meses poderão receber o cronograma de vacinação, principalmente, a primeira dose da antirrábica.

Há ainda um cão adulto, que pelo perfil sugere ser criado em um espaço grande, como sítios, chácaras e fazenda. Já a fêmea tem perfil mais dócil.

“Mas é importante que os futuros tutores já levem os filhotes para receber toda a primeira proteção vacinal que incluiu, além da antirrábica – que temos aqui – a polivalente (V8 ou V10) que protege contra cinomose, parvovirose, hepatite, leptospirose e outras doenças graves. O filhote precisa de 3 a 4 doses, com intervalo de 21 a 30 dias entre elas. Essas doses não são ofertadas pelo CCZ”, pontua a veterinária.

Outra etapa importante nesse processo é o acompanhamento. A médica veterinária explica que depois da adoção há um período de contato para avaliar a adaptação do pet a nova rotina e as condições de tratamento ofertadas.

Para se candidatar à adoção, o CCZ VG faz uma entrevista, a pessoa preenche uma ficha. “Daí avaliamos se a pessoa tem condições de levar o cãozinho para adoção, de cuidar adequadamente deles. E alguns dias depois nós também vamos até a casa da pessoa verificar se está tudo bem, se ocorreu algum imprevisto, se está mesmo em condições de continuar com o animalzinho e fazemos esse monitoramento após a adoção”, explica Patrícia.

COMO ADOTAR? – É um atendimento 100% presencial. Os candidatos à adoção devem apresentar documentação pessoal com foto e um comprovante de residência.

Esse atendimento ocorre em horário comercial, de segunda à sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17 h.

Fora isso, qualquer outro tipo de dúvida pode ser esclarecida por meio do WhatsApp do CCZ VG: 65 9 8476-5719.

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA – A gerente do CCZ VG reforça que independentemente de campanhas de vacinação, o CCZ está aberto o ano todo para vacinar cães e gatos contra a raiva. A oferta desse imunizante faz parte da rotina da unidade municipal.

Essa imunização pode ser feita também em domicílio para tutores com muitos pets e que não tenham condições de se descolar até o CCZ. Esse atendimento é feito por meio de uma lista de espera e agendado com antecedência pela equipe responsável. Contato que também pode ser feito pelo WhatsApp.

ALERTA – Como reforça a gerente da Unidade e o médio veterinário que é o Responsável Técnico do CCZ, Luciano Miranda, o CCZ não é abrigo. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) é um órgão de saúde pública cuja função principal é prevenir e controlar doenças que podem ser transmitidas entre animais e seres humanos (zoonoses), como raiva, leishmaniose e leptospirose. “CCZ não é um abrigo nem um canil municipal para receber animais abandonados. Abandono é crime e os responsáveis devem responder por abandono e maus-tratos”, reforça Patrícia.

O RT destaca que entre as principais funções do CCZ está: Monitorar e investigar riscos de doenças coletivas transmitidas por animais ou vetores. Organizar campanhas de vacinação de cães e gatos contra a raiva. Atuar no controle de animais sinantrópicos (como ratos, morcegos e pombos) em áreas públicas. Recolher temporariamente animais que representam perigo iminente à saúde pública (por exemplo, suspeita de raiva ou agressividade extrema em vias públicas).

O Noroeste

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